Brasil Acre
Exército Brasileiro reforça presença na faixa de fronteira após denúncias de ameaças a lideranças indígenas no Alto Rio AMÔNIA
CRUZEIRO DO SUL/AC - o Comando de Fronteira Juruá/61º Batalhão de Infantaria de Selva (C Fron Juruá/61º BIS), Organização Militar subordinada à 17ª Brigada de Infantaria de Selva
14/07/2026 10h27 Atualizada há 1 dia
Por: Redação Fonte: Assessoria

CRUZEIRO DO SUL/AC - o Comando de Fronteira Juruá/61º Batalhão de Infantaria de Selva (C Fron

Juruá/61º BIS), Organização Militar subordinada à 17ª Brigada de Infantaria de Selva, intensificou suas ações de patrulhamento e monitoramento na região do Alto Rio Amônia, no município de MARECHAL THAUMATURGO/AC, após denúncias de invasão armada e ameaças contra lideranças indígenas da Terra Indígena Kampa do Rio AMÔNIA.

 

No dia 6 de julho de 2026, o 1º Pelotão Especial de Fronteira de Marechal Thaumaturgo (1º PEF-MTH) foi acionado por lideranças da Comunidade APIWTXA e por representantes de órgãos presentes na região, em razão de relatos sobre a presença de indivíduos armados nas proximidades da terra indígena. Em resposta imediata, militares do Exército Brasileiro realizaram o pronto emprego da tropa, executando patrulhamentos terrestres e fluviais, levantamentos de inteligência e ações de monitoramento com o objetivo de reforçar a segurança das comunidades e ampliar a presença do Estado na faixa de fronteira.

 

Na continuidade das ações, com o desencadeamento da Operação ASHANINKA pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (SEJUSP/AC), a tropa do Exército Brasileiro passou a atuar de forma integrada com o Grupo Especial de Operações em Fronteira (GEFRON), intensificando o patrulhamento ao longo do Rio AMÔNIA e ampliando o monitoramento da área compreendida entre o município de MARECHAL THAUMATURGO e a fronteira com a REPÚBLICA DO PERU.

 

As ações conjuntas têm como objetivo fortalecer a segurança das comunidades indígenas, ampliar os levantamentos de inteligência e contribuir para a prevenção e o combate aos crimes transfronteiriços, como o tráfico de drogas, a exploração ilegal de madeira e o garimpo ilegal, ilícitos que afetam a região de fronteira.

 

O Comando de Fronteira Juruá/61º BIS mantém permanente monitoramento da área e atua em estreita cooperação com os órgãos competentes, reafirmando o compromisso do Exército Brasileiro com a defesa da soberania nacional, a proteção da faixa de fronteira e a segurança das populações que vivem na Amazônia Ocidental.

 

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